Descoberto acidentalmente por dois físicos russos, o grafeno é um material estável e bidimensional, com a espessura de um átomo. Sua produção pode ocorrer por meio da extração de camadas superficiais de grafite, um mineral abundante no planeta e um dos alótropos mais comuns do carbono. Esse alótropo possui características extremamente importantes, como: resistência, elasticidade, condutividades térmica e elétrica. Podemos citar como exemplos de tecnologias já desenvolvidas com grafeno, as telas de LED dobráveis e as super baterias de celular. Algumas pesquisas afirmam ainda que: membranas formadas por grafeno são capazes de dessalinizar a água do mar, que os filtros de grafeno reduzem a emissão de CO2 das indústrias e os materiais como o alumínio, se tornam mais leves com sua adição. A boa notícia é que de acordo com a ANM (Agência Nacional de Mineração), o Brasil é o país que possui a maior reserva do mundo do nanomaterial. Tantas possibilidades de uso fazem do grafeno um dos materiais mais promissores das próximas décadas.

Sistema de informações de biodiversidade já reúne mais de 2,6 milhões de dados
Créditos da Imagem: Dados do monitoramento de peixes em áreas sazonalmente alagadas no Chuí (RS) foram incluídos no SISBia – Foto: Mozart Lauxen/Ibama/RS Gerido pelo

